Gastos com transporte de funcionários podem virar uma penalidade fiscal?

Fica difícil comprovar a despesa quando o funcionário usa o próprio carro para alguma tarefa da empresa e a Receita está de olho nisso

A dica é para as pequenas e médias empresas que apuram o imposto de renda pessoa jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) através do lucro real. Você sabe como agir para deduzir a despesa com transporte de funcionários que usam carros particulares durante uma tarefa da empresa?

Essa é uma despesa corriqueira à qual muita gente não presta atenção, mas é recorrente nas fiscalizações realizadas pelos auditores da Receita Federal.

Geralmente as empresas criam formulários internos de reembolso de despesas. O funcionário deve informar a quilometragem percorrida com o próprio carro para atividades da empresa.

A empresa multiplica a quilometragem por uma taxa definida internamente para chegar ao valor do reembolso que o funcionário deve receber pelo consumo de combustível, lubrificantes e o desgaste das autopeças.

Esse é um exemplo de despesa operacional dedutível, que são os gastos não computados nos custos, mas necessários, e que estejam ligados à produção ou comercialização de bens e serviços devidamente suportados por documentos fiscais hábeis e idôneos. Na hora de comprovar esse tipo de gasto, as empresas pecam e se tornam presas fáceis para o leão.

Neste tipo de operação é muito difícil ter um documento fiscal que comprove a despesa e possa servir para a dedução. Como o reembolso cobre vários tipos de gastos, como combustível, óleos, fluídos, freios e autopeças, e o funcionário não tem notas de tudo, é quase inviável comprovar.

Isso também costuma acontecer com o reembolso das despesas de transporte público, já que o usuário não tem também documento fiscal hábil para comprovar o gasto.

Por isso, vale pensar em computar estas despesas como dedutíveis visando reduzir a base de cálculo destes do IPRJ e da CSLL, já que os fiscais da receita já sabem que as empresas são falhas nesse tipo de controle e sempre dão uma “mordidinha” que com a aplicação de juros e multa pode se tornar um “mordidão”.

Organização, método de trabalho, procedimentos operacionais divulgados e implantados, ótima comunicação interna e controle documental são fundamentais para o bom desempenho de um departamento fiscal.

 

Sustentabilidade: brindes ecológicos são nova tendência no meio corporativo

Muitas empresas aproveitam brindes corporativos para presentear seu público alvo e aliar sua imagem institucional com questões relacionadas à sustentabilidade

Com a chegada do final de ano, muitas empresas presenteiam com brindes corporativos seus empregados, parceiros e clientes. O objetivo é reforçar a imagem da corporação e prestigiar de forma positiva todos aqueles que colaboraram nas realizações institucionais.

Aliás, esse é um mercado que está em constante alta no Brasil. No ano passado o setor registrou um faturamento de R$ 4, 5 bilhões e, em 2010, espera-se um crescimento de 10 a 12%. Segundo Rodrigo Campos, assessor de Marketing da LINK Portal da Comunicação, “o mercado chega a crescer 50% no último trimestre por causa dos festejos de final de ano”.

Uma das febres na demanda dos brindes promocionais são os presentes customizados ou personalizados, que são instrumentos que trabalham diretamente com a imagem da corporação. Eles posicionam a marca da empresa, impressa nos objetos presenteados, na cabeça de quem os recebe.

Só que nos últimos anos, uma linha que está fazendo bastante sucesso: são os brindes ecológicos. De acordo com Rodrigo Campos, “nos últimos três anos, os brindes ecológicos se tornaram uma a nova preferência do mercado. Isso porque a preocupação com o meio ambiente e a questão da sustentabilidade são temas muito debatidos na atualidade”, analisa. Assim, se as organizações estiverem preocupadas com questões relacionadas à sustentabilidade, poderão refletir sua preocupação por meio dos brindes ecológicos.

Segundo Campos, investir em presentes sustentáveis é mais vantajoso do que procurar a opções tradicionais. “Os brindes ecológicos nem sempre são mais caros do que os comuns; se são, a diferença de preços é muito pequena e o retorno desse investimento compensa em termos de visibilidade”, reflete.

Existe uma gama de objetos da linha ecológica que podem ser usados para presentear o público-alvo. São agendas personalizadas, canetas, cadernos, blocos de anotações, calculadoras, camisetas, mochilas, sacolas, bonés e até mesmo pen drives feitos com plástico reciclado. Os preços variam de material para material. Uma sacola, por exemplo, atinge o valor de R$ 10,90 a unidade; um boné, R$ 9,90; e uma mochila, R$ 42,00.

Rodrigo Campos ressalta que a entrega dos mimos corporativos serve para fidelizar clientes, agradecer fornecedores e valorizar a prestação de serviços dos funcionários da empresa, mas não somente isso. “Os brindes são principalmente ferramentas de estratégia de marketing”, explica.

Bom Bril simula Dilma e Serra

 

 

Bom Bril: "Preferido por 1001% dos brasileiros"

Bom Bril: "Preferido por 1001% dos brasileiros"

 

Vestido e caracterizado de Dilma Rousseff e José Serra, o garoto Bom Bril segue a linha do humor para dar graça à campanha

 

A nova campanha publicitária da Bombril, criada pela WMcCann, traz o ator Carlos Moreno interpretando os dois candidatos à presidência 2010, que foram para o segundo turno das eleições.

Vestido e caracterizado de Dilma Rousseff eJosé Serra, o garoto Bombril segue a linha do humor para dar graça à campanha utilizando-se do seguinte “jargão político”: “Bom Bril, preferido por 1001% dos brasileiros”.

O novo filme da Bombril, que começou a ser veiculado no dia 10 de outubro, nos canais abertos, fica no ar até o dia 28, três dias antes de ocorrer a votação para a presidência no dia 31 do mesmo mês.

Eleições 2010 CFA/CRA´s

Salve salve meus amigos e minhas amigas (eu de novo com esse discurso)…

Amanhã dia 20/10 acontecerá a votação dos conselhos regionais de administração, como sou registrado no CRA PA/AP tenho a dificil missão de escolher Aldenira Drago ou Mauro Leonidas, ambos foram meus professores e ainda tem que escolher a chapa de conselheiros, ahahahhaha, só teve uma chapa ¬¬.

Enfim, por uma questão de ética não revelarei meu voto, mas desde já desejo sorte aos candidatos e quem vencer, que lute ou continue lutando pela melhoria da classe.

 

Marca: para que serve esse tal “Branding”?

Entenda melhor o que é Branding e veja a importância da marca para o fortalecimento de um negócio

 

Você saberia responder se as marcas das empresas têm valor?

 

Caso você duvide que essa resposta seja sim, fique sabendo que somente a marca Coca-Cola vale o equivalente a US$ 70,4 bilhões. A IBM, por exemplo, US$ 64,7 bilhões
e a Microsoft US$ 60,8 bilhões. Esses valores compõem o estudo “As 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo”, feito pelo respeitado ranking da Interbrand, uma das principais consultorias internacionais de avaliação de marcas.

 

Hoje muitas organizações passaram a valorizar ainda mais os bens intangíveis da marca, que, por sua vez, passaram a ser somados ao calcular o valor da empresa. As empresas que estão investindo cada vez mais no fortalecimento de suas marcas, estão conquistando um retorno positivo e fortalecendo seus negócios. Pensando nisso, o branding, como é chamado o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca, está cada vez mais em alta.

 

No mundo dos negócios, seja entre o empresário de pequeno, médio ou grande porte, em qualquer nicho de atuação, investir no posicionamento e diferencial, assim como no visual e alinhamento da marca vem a cada dia ganhando mais espaço.

 

Antes pouco valorizados pelas pequenas e médias empresas, a identidade da marca e, consequentemente, a mensagem que quer transmitir dos seus produtos e serviços pode ser um diferencial na hora de fechar negócio. Porém, no que, afinal, contribuirá o branding para uma empresa?

 

De acordo com Helio Moreira, diretor da NewGrowing Design & Branding, agência especializada em design de marcas e identidade visual, “nos últimos anos a evolução das marcas mudou o comportamento de gestão de algumas companhias. Partindo da promessa à entrega, de dentro para fora, da teoria para a prática. Sendo assim, está cada vez mais claro que a marca deve ser melhor gerenciada e tratada como um ativo estratégico e com uma gestão específica. Não mais apenas como uma simples ‘logomarca’ jogada no mercado”.

 

“Neste momento precisamos parar e repensar nossas atitudes. Dando mais atenção para esse bem tão precioso que ao longo do tempo queremos construir e conquistar. Por isso, é importante avaliar para qual caminho deseja seguir. Seja contratando um profissional (gestor de marcas) com conhecimento e uma metodologia eficiente, para orientá-lo, ou, então, arriscar-se sozinho, traçando uma direção”, completa o especialista em gestão de marca.

 

Propondo um exercício de auto-análise e fazendo algumas perguntas importantes em busca dessas respostas é possível chegarmos a um resultado satisfatório. Comece pela essência e pelos principais atributos, em seguida, pontue em uma só palavra o diferencial da empresa. Será difícil, mas procure se concentrar e não minta para si mesmo. Seja franco, direto e procure não cometer excessos de atributos. Ou seja, simplifique.

 

“Sem clareza na informação no que deseja transmitir ficará difícil passar aos colaboradores, clientes e parceiros aonde quer chegar. É preciso ser claro porque eles vão carregar esta mensagem e ajudá-lo a construir sua própria marca”, conclui Moreira.

 

A estratégia da empresa necessita estar alinhada à proposta de valor e a visão de futuro. É preciso criar referências para as pessoas, utilizando uma linguagem comum e fácil de compreender. Se conseguir organizar parte dessas informações e priorizar as diretrizes estratégicas, ao menos, a direção estará certa.

 

 

As 10 Empresas mais respeitadas do mundo

Pesquisa Global Pulse, divulgada pelo Reputation Institute, de Nova York. Avalia as 600 maiores empresas em 32 países e classifica de acordo com suas reputações.

1º. Ferrero (Itália): 85.17 pontos
2º. Ikea
(Suécia): 83.98
3º. Johnson & Johnson
(EUA): 83.58
4º. Petrobras
(Brasil): 82.37
5º. Sadia
(Brasil): 82.06
6º. Nintendo
(Japão): 81.63
7º. Christian Dior
(França): 81.37
8º. Kraft Foods
(EUA): 81.09
9º. Mercadona
(Espanha): 80.99
10º. Singapore Airlines
(Cingapura): 80.97

 

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